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Herança Digital: O destino de milhas, contas e ativos virtuais após o falecimento

  • Foto do escritor: Natalia Molossi
    Natalia Molossi
  • há 8 horas
  • 1 min de leitura

O conceito de patrimônio expandiu-se para o ambiente virtual. Hoje, milhas aéreas, contas em redes sociais, canais monetizados e criptoativos representam valor econômico e sentimental relevante. Contudo, a ausência de legislação específica no Brasil gera vácuos jurídicos que podem levar à perda definitiva desses ativos.


A Transmissibilidade dos Ativos: Enquanto bens físicos seguem a regra clara do inventário, bens digitais exigem planejamento prévio. Milhas aéreas, por exemplo, possuem termos de uso que muitas vezes tentam impedir a transferência, mas os tribunais têm decidido em favor dos herdeiros quando há valor patrimonial envolvido.


O Planejamento Sucessório Digital: A inclusão de senhas e diretrizes em testamentos ou diretivas antecipadas é fundamental. Definir quem terá acesso à memória digital ou quem gerirá ativos financeiros virtuais evita que esses bens fiquem inacessíveis para a família.


 O patrimônio do século XXI exige um olhar jurídico atualizado. Integrar os ativos digitais no planejamento sucessório é uma forma de garantir que nenhum esforço ou valor construído em vida seja apagado pela burocracia das plataformas tecnológicas.

 
 
 

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